Vem-me sempre um sorriso aos lábios quando oiço a "Dança de Balcão" dos Virgem Suta.
Há uma parte da música em que o Jorge Benvinda canta:
Teima, a preguiça a ser maior
E a vontade de abalar
Mais um copo abaladiço
E outro p'ra recomeçar
Esta dança de balcão
E a vontade de abalar
Mais um copo abaladiço
E outro p'ra recomeçar
Esta dança de balcão
Este "copo abaladiço" faz-me sempre lembrar um jantar na Taberna da Maré, um jantar bem regado com Paxá e durante o qual o Zeca (dono do restaurante), acabou na nossa mesa a beber uns copos connosco e a oferecer-nos um Barranco Longo (tinto, mas não me lembro qual deles).
Sendo que éramos só os dois a jantar e o Zeca apenas provou um copo da cada uma das garrafas... podem imaginar que saímos de lá bastante "alegres".
No final desse jantar, o Zeca atira-me com "...não te vais embora sem uma abaladiça" e vá de encher um copinho de medronho para rematar a noite.
Não conhecia a expressão e achei engraçada: uma abaladiça, um copo antes de abalar. Ficou-me no ouvido, e agora, cada vez que oiço esta música, lá vem o jantar à memória...
1 comentários:
Este post refere coisas boas, de que gosto muito.
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